vamos combinar uma coisa?

Em uma parceria, tenho que entender que as duas partes são humanas, as duas partes possuem fraquezas, potencialidades e individualidades.

Temos pontos convergentes. Ambos ganham com a parceria, mas depois cada um retorna pra sua casa pra continuar vivendo sua própria vida.

Quando firmo uma parceria com meus alunos do ensino médio, por exemplo, para que se comportem melhor em sala de aula, primeiro ouço o que eles têm a dizer, ficando presente para suas dificuldades e necessidades ao invés de impor regras de conduta em que eu falo e eles consentem balançando a cabeça.

Tenho minhas dúvidas quanto à eficácia da imposição de regras…

Decepção, desilusão e fracasso entre outros, também fazem parte da parceria, por isso tenho que entender que meus alunos se comportarão melhor em sala de aula, mas não posso idealizar que agora todos farão todas as suas tarefas, estudarão todos os dias em casa, participarão das aulas perguntando e respondendo e que manterão seus celulares desligados dentro da mochila.

A parceria tem perguntas, respostas e respeito com as opiniões divergentes tanto no sentido de A para B quanto no de B para A.

Tenho sido muito mais feliz conversando antes com as pessoas e verificando se é possível para ela, cumprir o combinado.

Sei que existe o ditado que diz que o combinado não sai caro, mas também sei que muitas pessoas nos dizem “sim” sem pensar apenas para nos agradar e que no final isso gera o efeito contrário.

 

 

 

 

 

 

 

 

Jim Rohn meu networker e Osho

Você conhece Jim Rohn?

Eu não, mas gostaria muito de conhecer. Ele é o autor de uma frase muito utilizada no mundo do desenvolvimento pessoal.

“Você é a média das cinco pessoas com quem passa mais tempo”.

Serei breve, é bem simples de entender. Quando estou em companhia de pessoas positivas, posso sentir a vibração, é tudo mais leve, simples e alegre.

Num passado, não muito distante, quando estava em companhia de pessoas negativas, também sentia a vibração, mas era tudo mais pesado, tudo com mais obstáculo, com mais inimigos, comentários maldosos e invejosos.

Confesso que muitas vezes eu participava e contribuía. E algumas vezes me arrependia de ter dito algo.

O que mais começou a me incomodar então, foi esse arrependimento.

“Estou arrependido de algo bom ou algo ruim? Algo ruim.

“O arrependimento está sendo algo bom ou algo ruim? Algo ruim.

“Estou me retroalimentando de algo bom ou algo ruim? Algo ruim.

“O que vai acabar acontecendo comigo então? algo bom ou algo ruim? Algo bom.

“Bom?”

“É…, bom. Porque agora decidi romper esse ciclo vicioso. E entrar num ciclo consciencioso.”

(Esse foi o diálogo que tive comigo mesmo).

Comecei a me afastar de conversas assim, e quando é impossível o afastamento, não abro a boca. Fico observando até encontrar uma brecha pra tirar o assunto do modo negativo e levar para o positivo.

Coloquei isso como uma missão pra mim. Encontrar uma brecha e agir… só não posso garantir o tempo em que o assunto retomará o foco inicial…

Mas mudar o foco da conversa já estava me parecendo muito pouco.

Desejava muito uma nova amizade…

Foi então que decidi virar amigo do Osho. Você conhece Osho?

Decidi passar mais tempo com ele. Ele tem até Instagram e Facebook.

E agora estou lendo seus ensinamentos todos os dias, relendo, relendo e relendo, até que eu comece a ser fortemente influenciado por ele, até eu entender sua forma de pensar e conseguir começar a pensar, pelo menos em algumas situações, como ele pensa ou pensaria.

Assim serei uma pessoa melhor a cada dia. E se eu falhar… peço desculpas.

 

 

 

 

meu superpoder

Sempre me achei uma pessoa diferente das outras, assim como na história de todo mutante ou super-herói, cresci com um superpoder, mas sem saber ao certo como controla-lo.

Muitas vezes eu negava esse superpoder com medo de me expor, com medo de me abrir, de demonstrar tudo o que eu estava sentindo.

Esse medo me atormentava porque eu sabia que quando usava esse superpoder as pessoas se abriam para mim, falavam o que estavam sentindo abertamente e infelizmente eu pensava que isso era se tornar vulnerável.

Meu medo era de que outras pessoas também tivessem nascido com esse superpoder e usassem contra mim, me deixando vulnerável.

Agora entendo perfeitamente que utilizei as palavras incorretas para definir a mim mesmo e do que eu era capaz.

Confiança, entrega e amor. Essas três palavras eu não compreendia ao certo e julgava ser a tal vulnerabilidade.

Estou imensamente grato por me respeitar e saber do fundo do meu coração que sei respeitar o próximo.

Vou te ensinar como usar esse superpoder…

Quando estiver conversando com alguém, alinhe seu coração com o dela, de peitos abertos, não cruze os braços. Olhe nos olhos dessa pessoa e ouça o que ela está te dizendo.

Sim. Isto é um superpoder.