somando na vida alheia

Nosso primeiro encontro com alguém pode ser algo mágico.

Enquanto nos mantemos positivos, otimistas, boas palavras fluem, nos pegamos falando coisas que nos surpreendemos de ter pensando ali na hora.

O olho no olho é transcendental, nos traz uma vibração que nos alimenta a alma de forma que não conseguimos nem mesmo em oração.

Quando os peitos estão abertos, com os corações alinhados, é feita uma conexão tão forte, que parece parar o tempo, parece existir só sorrisos, amor e boas interjeições.

Estou falando de uma pessoa qualquer. Uma conversa qualquer. Sem pretensões ou desejos.

Infelizmente todo esse momento mágico se desfaz, desmorona, como um castelo de areia atingido por uma onda forte.

Uma onda de negatividade, com grande amplitude de problemas.

Basta uma reclamação, um julgamento alheio, uma crítica maldosa e tudo desmorona.

Passa a ser só mais um momento comum.

Sempre penso que todos já temos problemas o suficiente, então me pergunto: O que eu ganho sendo um adicionador de problemas na vida dos outros?

E já começo praticando isso, não compartilhando problemas com os outros em minhas redes sociais.

Pratique a positividade. Seja uma pessoa encantadora. 

nada de errado na morte e sim na vida não vivida

Quando eu era adolescente (segundo o IBGE), eu andava de patins, roller, in-line, não sei por qual nome você conhece.

Essa diversão durou uns dois ou três anos, mas foi muito intensa, fiz muitas amizades, resumindo… coisa de muleque que aproveitou a vida.

Esses dias (ano passado pra ser mais exato, é que dizer esses dias é mais legal), eu estava no shopping e na onda do long board os rollers voltaram para as vitrines.

Parei, olhei, olhei, olhei e já estava entrando pra comprar, mas aí eu pensei… será que comprar um patins vai me fazer voltar no tempo? Comprar vai me trazer toda aquela felicidade novamente?

O que me fazia feliz não era o objeto, ele era apenas um meio, um meio para eu pertencer e ser aceito em um grupo, um meio pra eu me desafiar, um meio pra eu fazer e manter amizades.

Na caixa do patins estava escrito que só vinha o bem material mesmo… mas o que me deu saudades foi todo o fator humano e emocional vivido.

Aos 32 anos de idade, todo saudosista, me lembrei dos 16. Mas eu não posso reviver os 16, senão eu chegarei nos 40 e me perguntarei o que fiz aos 32 e responderei: o mesmo que aos 16.

Agora aos 32, preciso viver os 32, pra quando eu chegar nos 40, me lembrar dos 16 e dos 32.

Quando alguém disser: “na minha época…” ofereça um abraço de consolo, essa pessoa está triste e esquecendo de viver o dia de hoje, que é o único dia possível de se viver.

Fiquei realmente feliz e satisfeito com aquele meu sorriso esboçado meio suspirado que não sai som.

Jim Rohn meu networker e Osho

Você conhece Jim Rohn?

Eu não, mas gostaria muito de conhecer. Ele é o autor de uma frase muito utilizada no mundo do desenvolvimento pessoal.

“Você é a média das cinco pessoas com quem passa mais tempo”.

Serei breve, é bem simples de entender. Quando estou em companhia de pessoas positivas, posso sentir a vibração, é tudo mais leve, simples e alegre.

Num passado, não muito distante, quando estava em companhia de pessoas negativas, também sentia a vibração, mas era tudo mais pesado, tudo com mais obstáculo, com mais inimigos, comentários maldosos e invejosos.

Confesso que muitas vezes eu participava e contribuía. E algumas vezes me arrependia de ter dito algo.

O que mais começou a me incomodar então, foi esse arrependimento.

“Estou arrependido de algo bom ou algo ruim? Algo ruim.

“O arrependimento está sendo algo bom ou algo ruim? Algo ruim.

“Estou me retroalimentando de algo bom ou algo ruim? Algo ruim.

“O que vai acabar acontecendo comigo então? algo bom ou algo ruim? Algo bom.

“Bom?”

“É…, bom. Porque agora decidi romper esse ciclo vicioso. E entrar num ciclo consciencioso.”

(Esse foi o diálogo que tive comigo mesmo).

Comecei a me afastar de conversas assim, e quando é impossível o afastamento, não abro a boca. Fico observando até encontrar uma brecha pra tirar o assunto do modo negativo e levar para o positivo.

Coloquei isso como uma missão pra mim. Encontrar uma brecha e agir… só não posso garantir o tempo em que o assunto retomará o foco inicial…

Mas mudar o foco da conversa já estava me parecendo muito pouco.

Desejava muito uma nova amizade…

Foi então que decidi virar amigo do Osho. Você conhece Osho?

Decidi passar mais tempo com ele. Ele tem até Instagram e Facebook.

E agora estou lendo seus ensinamentos todos os dias, relendo, relendo e relendo, até que eu comece a ser fortemente influenciado por ele, até eu entender sua forma de pensar e conseguir começar a pensar, pelo menos em algumas situações, como ele pensa ou pensaria.

Assim serei uma pessoa melhor a cada dia. E se eu falhar… peço desculpas.